Local: Centro de Cultura e Congressos
Data: 7 a 28 de Junho de 2011
SRNOM - Secção Regional Norte da Ordem dos Médicos
Rua Delfim Maia, 405
4200 Porto
Telefone: 225070100
O Museu Nacional da Imprensa vai inaugurar no dia 22 de Janeiro, às 16 horas, uma exposição documental subordinada ao título “Santa Liberdade, 50 anos: O D. Quixote que abalou as ditaduras de Salazar e Franco”.O objectivo mostrar o impacto (na imprensa) do assalto ao paquete Santa Maria, dirigido por Henrique Galvão e integrado no movimento de Humberto Delgado. A sessão de abertura conta com a presença de Camilo Mortágua, um dos rebeldes que acompanhou Galvão, e de Margarita Ledo, realizadora galega do documentário “Santa Liberdade”.
Dezenas de exemplares da imprensa nacional e internacional integram a exposição cuja abertura decorre precisamente no dia em que, há meio século, o capitão Henrique Galvão comandou o assalto ao Santa Maria, caso que viria a ser um dos mais duros golpes aplicados ao regime ditatorial que vigorava em Portugal desde 1926.
A exposição, comissariada por Luís Humberto Marcos, director do Museu, apresenta exemplares raros da repercussão da operação na imprensa mundial, designadamente nas grandes revistas mundiais Life e Paris Match e em alguns dos principais jornais do mundo.
Trata -se de uma mostra documental que evidencia toda a odisseia que impressionou a opinião pública mundial durante duas semanas, aproximadamente, a partir das múltiplas manchetes que o caso suscitou, até à entrega do navio a 3 de Fevereiro de 1961.
O paquete de luxo Santa Maria, transportava cerca de mil pessoas depois de deixar Caracas, na Venezuela, e foi tomado por cerca de 25 rebeldes comandados por Henrique Galvão, exilado na Venezuela, após uma singular fuga do Hospital de Santa Maria, em 1959, onde se encontrava detido à guarda da PIDE, a polícia política do regime.
A imprensa da época relata que, depois de ter sido tomado por Galvão, o navio passou a designar-se de “Santa Liberdade”, ostentando tal denominação, em diferentes partes do convés. Além disso, o paquete conseguiu fintar a marinha e a aviação americanas, tendo navegado incógnito, durante milhas, em pleno oceano Atlântico, com rota orientada para África. O comando naval do navio era da responsabilidade de um ex-capitão da marinha espanhola, Jorge Sotomayor, exilado na Venezuela. A acção denominava-se de “Dulcineia” e fora desencadeada pela DIRL (Direcção Ibérica Revolucionária de Libertação), organização que integrava exilados portugueses e espanhóis, associada ao movimento de Humberto Delgado.
Em termos jornalísticos, o caso era muito singular e mobilizou meios nunca utilizados até aquela altura, como foi o uso de pára-quedas por jornalistas do Paris-Match.
A exposição ficará patente até 30 de Junho, na sala Rodrigo Álvares do Museu.

Recebemos novo convite do grupo Portografia de que a amiga Albertina faz parte. Se puderem passem por lá.
Temos o gosto de os vir convidar para a inauguração de nova exposição de fotografia com o tema "INTERIORES" que terá lugar no próximo Sábado, dia 22, pelas 16 horas, no espaço do Café Karoxa, na rua do Breiner, 435 - PORTO.
Albertina Silva
A Casa da Beira Alta convida-nos para a inauguração da exposição de Pintura "UMA OUTRA VISÃO DO PORTO" da autoria de João Carlos Dias Ferreira, que se realizará no dia 4 de Dezembro de 2010, às 16 horas.
Exposição de Pintura, de 15 a 30 de Novembro
Pinturas de Doze Trajectos
de Alunos do Atelier do Golgota
(Bernadette Poisson Coutinho, Dany Mexia Alves, Fernando Jorge Mascarenhas, Isabel Valente, Lúcia Freitas, Maria Emília Dias, Maria Vasques, Nair Taveira, Teresa Mexia Alves, Zilda Cardoso, Inês Beires e Henrique Teixeira).
Théodore Chassériau, tinha por hábito, quando viajava, de anotar ao lado dos croquis que ia fazendo, o seu pensamento. Ele ia registando a sua impressão não só através do desenho, como também através da reflexão pela palavra. Criava-se assim uma intimidade entre o gesto do desenho e o gesto do pensamento. Um equilíbrio.
Nas aulas que eu dou, a minha ambição vai quase até aí.
Mais do que ensinar a desenhar, eu pretendo ensinar a ver, a parar o olhar, um olhar silencioso, sobre todas as coisas que nos rodeiam, a perceber o seu movimento e a sua linguagem. E a relacionar essa posição de ver, com o pensamento, e com a liberdade de usar os materiais, quaisquer que sejam, que deixem no papel um vestígio: um risco, uma mancha, uma forma.
Os trabalhos que aqui se expõem, são exercícios que cada um escolhe, de acordo com o seu gosto, o seu imaginário, as suas memórias, a sua vontade de expressão. Cada um pinta aquilo que lhe toca a alma, e cada um se ouve, enquanto trabalha. É como tornar visível um conteúdo que se descobre.
Não imponho técnicas, nem desvendo segredos. Cada um as vai criando, e desvendando-se a si próprio. E vai criando um canto no seu mundo, dedicado a si, para além da rotina partilhada, ela também importante, mas incompleta.
É simples.
(Mónica Baldaque)
No próximo Sábado, dia 6, pelas 15 horas, será inaugurada a terceira exposição da Portografia no espaço Café Karoxa, rua do Breyner 435 – Porto, na zona das galerias de arte. Na mesma altura, também, apresentarão novos eventos.OUTONO é o tema em exibição e participam 12 dos associados.
Gostaríamos de contar com a vossa presença.
Obrigada,
Albertina Eudora
Este trabalho foi concebido durante uma residência artística em Tibães, um mosteiro beneditino localizado no Norte de Portugal (Braga) durante dois anos.EXPOSIÇÃO DE 13 DE NOVEMBRO A 22 DE JANEIRO DE 2011
INAUGURAÇÃO 12 DE NOVEMBRO, 22H00

Alfabeto [Katakana], 2005-2006 · Vídeo HD, preto e branco, som, 17’40”
Curadoria: Miguel Wandschneider
Desde o início da sua trajectória artística no final da década de 1990, Pedro Diniz Reis (Lisboa, 1972) tem vindo a utilizar predominantemente o vídeo no seu trabalho, a par de incursões mais ou menos frequentes por outros media, como a fotografia, a performance e o som. Os seus vídeos resultam de um processo extremamente laborioso, em que o domínio irrepreensível e a experimentação dos recursos que esse medium lhe oferece se aliam a um rigor formal obsessivo, envolvendo o espectador numa intensa experiência sensorial. Muitas destas obras são feitas com imagens e sons extraídos de filmes e de vídeos musicais, organizados em composições e sequências visuais e sonoras não-narrativas. Nesta exposição são apresentados cinco vídeos e uma peça sonora que desvendam, em toda a sua amplitude, uma linha de investigação dentro do trabalho do artista desenvolvida entre 2004 e 2010. Estas obras caracterizam-se pela utilização de signos linguísticos (diferentes alfabetos, todas as letras e palavras de um dicionário em inglês, os números de 1 a 10 ditos em japonês) para explorar processos de composição visual e sonora em que a aplicação de regras de combinação e sequenciação dos elementos gera resultados aleatórios e exteriores à subjectividade do artista. Um ciclo de trabalhos que permanece desconhecido (apenas uma obra foi exposta) e cuja relevância se pretende sublinhar com esta exposição.
Culturgest Porto
Entrada gratuita
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